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Corinthians tenta abrir maior vantagem na liderança

Pablo volta à zaga e Kazim entra no comando do ataque. Foto: Daniel Augusto Jr./Agência CorinthiansO Corinthians empatou três jogos pelo Campeonato Brasileiro em julho. Em agosto, ainda sofreu contra o Vitória sua primeira derrota na competição. De nada adiantou. Não só seus adversários não consegui­ram encostar, como o time do técnico Fábio Carille pode abrir hoje (26) sua maior vantagem na competição.

Basta um empate corintiano com o lanterna Atlético-GO às 19h, em casa, para que a maior distância para o vice-líder seja estabelecida (11 pontos). Isso porque o Grêmio só vai cumprir seu compromisso pela 22ª rodada, contra o Sport, em casa, no dia 2 de setembro.

Após o triunfo sobre a Chapecoense na última quarta-feira, por 1 a 0, dez pontos separam os dois times na tabela, o que iguala a distância registrada ao final da 13ª rodada. No melhor dos cenários, o Corinthians pode abrir até 13 pontos sobre o Tricolor gaúcho.

Com lesões musculares, o lateral Guilherme Arana e o zagueiro Balbuena não devem voltar tão cedo à defesa corintiana.

Por outro lado, Carille pode contar com a volta do zagueiro Pablo. A última partida do defensor havia sido a da visita ao Avaí, no dia 19 de julho, quando sofreu a contusão.

Naquele momento, a previsão do departamento mé­dico do Corinthians era jus­tamente de seis semanas de afastamento. Com a presença de Pablo, o jovem Léo Santos deverá retornar ao banco depois de boa apresentação em visita à Chapecoense, no Interior catarinense.

Na frente, os atacantes Jô e Romero estão suspensos. Kazim e Clayson devem ser os substitutos.

Kazim

Criticado pelas más atuações recentes e por não marcar gols desde fevereiro, Kazim será o comandante do ataque do Corinthians hoje. Carlinhos, que anotou um golaço no treino de ontem, ficará no banco e poderá fazer sua estreia como profissional ao longo do jogo.

De acordo com Fábio Carille, o trabalho de Kazim foi prejudicado em suas últimas oportunidades pelo fato de ter atuado ao lado de reservas.

“Muito se fala do Kazim, mas quando jogou, como contra o Patriotas, lá e aqui, não foi com o time principal. Era um time bem mudado. Falta conjunto, falta entrosamento”, disse Carille.

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