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PT realiza ato de apoio ao ex-presidente Lula em Diadema

PT realiza ato de apoio ao ex-presidente Lula em Diadema

Manifestação marcou os dois meses de prisão do ex-presidente. Foto: Dino Santos/Divulgação

Ato de apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), organizado pelo PT estadual na Praça Castelo Branco, no Centro de Diadema, reuniu cerca de 150 pessoas na noite de ontem (7). A manifestação marcou os dois meses de prisão do petista, condenado a 12 anos e um mês de prisão.

Dirigentes do partido, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), de sindicatos e o ex-prefeito de São Bernardo e pré-candidato a governador, Luiz Marinho, reforçaram que Lula é um preso político e que será candidato à presidência. “Lançaremos amanhã (hoje, 8), em Minas Gerais, a campanha de Lula e em 15 de agosto vamos registrar a sua candidatura”, afirmou o presidente estadual da CUT, Vagner Freitas.

Marinho declarou que “a militância do PT e a grande esperança do povo brasileiro já escolheram Lula como candidato e que não adianta insistir em plano B ou C”. “Lula está preso e cumpre sentença provisória e o elegeremos mesmo que esteja preso. Quero ver quem vai mantê-lo preso nessa situação ou se vai seguir a vontade do povo”, disse Marinho, em cima do carro de som.

“A situação do país vai se agravando, deixando muito claro que há necessidade de liderança e poucas pessoas hoje teriam a capacidade para tirar o Brasil desse atoleiro. O Lula é o único capaz de acabar com esse sofrimento e mais rapidamente tirar o país dessa situação, pela sua capacidade ímpar de liderar com a classe trabalhadora, os movimentos sociais, e sem nenhum preconceito de dialogar com todos os segmentos para fazer um grande entendimento”, pontuou.

REJEIÇÃO AO PT

Luiz Marinho avaliou que o PT caminha para reverter a situação difícil encontrada nas urnas em 2016, quando o partido obteve os piores resultados da sua história. “Especialmente em São Paulo, que foi onde mais sofremos. Em 2014 foi muito difícil, em 2016 foi o fundo do poço. Estamos em processo de recuperação e 2018 marcará a retomada do crescimento do PT”, destacou.

Sobre a disputa ao gover­no do Estado de São Paulo, cujas pesquisas de intenção de votos divulgadas até o momento mostram o petista em terceiro lugar, com 4%, Marinho entende que os levantamentos não têm valor quantitativo. “Servem mais para ver cruzamento, potencial de comportamento da sociedade, abordagem que tem que ser feita. Do ponto de vista de campanha, tem pouco valor”, avaliou.

“Quando fui candidato a prefeito, em maio de 2008 tinha 3% de intenção de voto e ganhei. A campanha faz a diferença e cada dia pode ser uma nova fotografia”, concluiu.

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