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Polo Petroquímico lança a campanha ‘Balões: Perigo e Crime’

Polo petroquímico lança a campanha ‘Balões: Perigo e Crime’

Plano de Auxílio Mútuo Capuava une esforços para os assuntos de segurança, saúde, higiene e controle de emergências. Foto: Arquivo

O Comitê de Fomento Industrial do Polo do  ABC (COFIP ABC) e o Plano de Auxílio Mútuo Capuava (PAM Capuava) lançam a campanha de conscientização “Balões: Perigo e Crime”.

A ação tem como foco  alertar para os perigos da soltura de balões, bem como incentivar a população a denunciar a ação criminosa. A campanha será realizada entre os meses de junho e julho, quando as ocorrências tendem aumentar em função das festas juninas e dos jogos da Copa do Mundo.

“Todos precisam entender que soltar balão não é meramente uma brincadeira, mas uma ação criminosa, que coloca a comunidade em risco”, destacou Luiz Sarno, coordenador do PAM Capuava.

Uma das novidades desta edição é a divulgação de um vídeo animado nas redes sociais. Com duração de 40 segundos, o filme faz o alerta de maneira leve e figurativa. “Optamos pela linguagem de animação e pelo tom instrutivo com o objetivo de alcançar diferentes públicos da comunidade, de crianças a adultos”, pontuou Sarno.

Além da animação, disponível na internet (https://youtu.be/j8DAIZAT05s), a campanha conta com a distribuição de folhetos informativos e a realização de oficinas em escolas públicas da região, com o apoio dos departamentos de Defesa Civil das prefeituras de Mauá, Santo André e Ribeirão Pires.

Historicamente, o principal risco externo às plantas industriais do Polo Petroquímico é a queda de balões, que tem indicador mensal, controlado pelo PAM, desde 2001. “Registramos 207 quedas de balões nas plantas industriais em 2014, contra 99 em 2015, 85 em 2016 e 82 em 2017. As campanhas mostram resultados, mas exigem continuidade”, afirmou.

Para evitar incêndios, explosões e outros perigos, os brigadistas do PAM monitoram o céu 24 horas por dia e alertam as empresas por meio de sistema interno de comunicação, quando há risco de queda de balão no complexo industrial. Vias internas bem sinalizadas, que interligam as plantas industriais, permitem atuar com rapidez em casos de emergências.

CRIMES AMBIENTAIS

Desde 13 de fevereiro de 1998, fabricar, comercializar, transportar ou soltar balões são ações criminosas, passíveis de punição, que pode chegar a três anos de detenção, conforme a lei federal 9.605 (Lei de Crimes Ambientais). Para fazer denúncia, a recomendação é ligar para o Disque Denúncia (181) ou para a Polícia Militar (190).

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