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Diretora da Escola de Ecologia de São Caetano visita Borboletário Diadema

Diretora da Escola de Ecologia de São Caetano visita Borboletário Diadema

Escola de Ecologia da Prefeitura de São Caetano do Sul, visitando o Borboletário Diadema. Foto: Thiago Benedetti/PMD

A nova direção da Escola de Ecologia da Prefeitura de São Caetano do Sul visitou, nesta quarta, 21/8, o Borboletário de Diadema, que é pioneiro na região metropolitana. O objetivo dos visitantes foi coletar informações técnicas para planejar e subsidiar o projeto que visa o futuro criadouro daquele município.

A diretora da Escola de Ecologia, Sonia Maria Montini, acompanhada de técnicos ambientais de São Caetano, foram recebidos pela secretária de Meio Ambiente de Diadema, Tatiana Capel. “É uma satisfação para a nossa equipe de trabalho poder colaborar para a inovação da educação ambiental das demais cidades. Nesse sentido, podem contar com o apoio técnico deste Borboletário Municipal”, disse Tatiana.

O coordenador do Borboletário de Diadema, biólogo Sandro Santana, explicou aos representantes da Prefeitura de São Caetano que para o projeto de criadouro de borboletas ser bem sucedido deve planejar questões como número de espécies, tamanho físico, plantas, alimentação, equipe técnica, dentre outros. “Quanto melhor for o projeto de implantação, mais econômico e sustentável será o borboletário. Além disso, também há necessidade de licenciamento ambiental junto aos órgãos de proteção da fauna”, explicou Sandro.

Recentemente nomeada para dirigir a Escola de Ecologia de São Caetano, a bióloga e pedagoga, Sonia Maria Montini, disse que as informações que colheu junto ao Borboletário de Diadema são valiosas para começar a planejar um outro criadouro naquela cidade. “Minha missão é revitalizar nossa Escola de Ecologia, por isso, decidi conhecer em detalhes essa experiência bem sucedida”, explicou Sonia.

Prestes a completar 14 anos em setembro, o Borboletário de Diadema é o principal espaço de educação ambiental da cidade. Com a experiência acumulada nesse período, colaborou tecnicamente para a criação de três importantes borboletários paulistas: Osasco, Campos do Jordão e o do Museu Catavento, em São Paulo, com o qual mantém convênio de parceria técnica e científica.

Educação Ambiental

No ano passado, o Programa Municipal de Educação Ambiental atingiu cerca de 27.000 pessoas por meio de palestras, distribuição de mudas, ações educativas em escolas, ruas, condomínios, Semana do Meio Ambiente e outros eventos comemorativos. Nesse total, também estão incluídos os visitantes do Borboletário e do Jardim Botânico.

O conteúdo dessas ações de educação ambiental é inspirado nos princípios do Documento da Agenda 21, cuja proposta básica é pensar globalmente e agir localmente. Para isso, foi implantado o Projeto Natureza Viva, no qual toda essa riqueza de conhecimento do Borboletário é levado às escolas municipais com crianças até 10 anos, com didática própria, brincadeiras e outros recursos lúdicos para tratar de temas e questões ambientais.

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