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Doce esperança!
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Ano novo, vida antiga

Mesmo sem saber se o fim da Contribuição Provisória sobre a Movimentação ou Transmissão de Valores de Créditos e Direitos de natureza Financeira (CPMF), iria fazer impacto no bolso do consumidor, no primeiro dia útil do ano esse foi um dos principais assuntos que veio em minha mente.

Pensei que a partir daquele dia tudo que for consumido não precisará pagar a Contribuição Provisória. Até acreditei que seria descontado o valor do imposto em todas os serviços e produtos. Mas quando sai para trabalhar percebi que se tratava de ilusão minha.

Isso se confirma porque um dos primeiros serviços que adquiri - no dia 02 de janeiro – obteve acréscimo. Achei estranho, mas comprei. Quando fui almoçar, tive outra surpresa. A "marmita" que compro freqüentemente teve um aumento de 25%. O que é um absurdo.

Nunca tive uma opinião formada sobre a queda da CPMF, pois era um dos únicos impostos que funciona corretamente, pois os contribuintes de qualquer classe social, não poderiam sonegar. Porém tinha a esperança de que a rejeição do Senado, não fosse meramente por uma questão política. Confiava, ou gostaria, que a população sentisse o impacto do fim do imposto, mas nesses primeiros dias do ano, não foi bem isso que aconteceu. Era apenas uma doce, ou ingênua, esperança.





 
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 Amorim




 
 
 
 
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